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Editorial
 
Na última quarta-feira, 5 de junho, foi comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente. Criada em 1972 na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, na Suécia, a data tem o objetivo de conscientizar a sociedade sobre os problemas ambientais e a necessidade da preservação dos recursos naturais.

Quase cinco décadas depois, o tema continua em alta, porém a cada ano, apresenta demandas maiores e mais urgentes. Neste ano, a ONU destacou a questão da poluição do ar e lançou um desafio digital para que as pessoas apoiassem a causa, postando fotos tampando o rosto e a boca nas redes sociais. O objetivo foi sensibilizar as autoridades mundiais para que apoiem iniciativas que combatam a crescente poluição no planeta.

Apesar de tantos anos de trabalho pela conscientização, ainda pouca coisa mudou. Existem medidas que regulam a produção industrial, as áreas de preservação, o uso dos recursos naturais. Porém, os índices de poluição continuam assustadores. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a cidade de São Paulo é a sexta mais poluída do mundo, situação que provoca em média 17 mortes por dia.

Na Zona Norte, apesar de também vivermos esse problema, temos duas grandes reservas estaduais muito importantes para o Meio Ambiente. Os parques Horto Florestal e Cantareira fazem parte da área considerada o Cinturão Verde de São Paulo, duas pérolas naturais que garantem a qualidade do ar, ainda possível para a cidade. Por essa razão, destacamos essa semana a programação da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente, que através do Instituto Florestal promove uma programação especial nas unidades de conservação, entre elas o Horto Florestal e o Parque Estadual da Cantareira. Ambos situados em área urbana, valem a pena visitar assim como conhecer sua importância.

Ainda nesta edição, destacamos o protesto realizado na última terça-feira em frente a sede da Prefeitura de São Paulo, reunindo representantes da Ponte Pequena e da Zona Norte. O problema em questão é um terreno municipal localizado na Rua Porto Seguro, onde ano passado houve notícias de que seria destinado a instalação de serviços de atendimento a dependentes químicos que, em geral ficam na região conhecida como Cracolândia.

Desde então, moradores do bairro e da ZN se posicionam contrários à ideia, para evitar que o local venha a ter graves problemas de segurança e sirva apenas para transferir a situação que permanece anos na área da Cracolândia. Pesam a favor dessa proposta a proximidade com importantes Instituições de Ensino, Grandes Empreendimentos e o Terminal Rodoviários Tietê.

Após várias reuniões com a comissão de moradores formada para tratar o assunto, a Prefeitura garantiu que esse não seria o destino do referido terreno, porém as obras recentemente iniciadas sem informações claras a respeito do que será feito, deixa essa questão em aberto. O grupo de trabalho promete continuar atuando, porém precisa de maior apoio popular e das entidades representativas da região para conseguir voz junto ao poder público e trazer melhores soluções para esse caso.

Essas e outras notícias regionais estão neste número de A Gazeta da Zona Norte. Uma boa leitura a todos, ótimo final de semana e até nossa próxima edição! 
 
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