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Cena Livre
 Paschoal XIII
Foto: Ivan Abujamra/Divulgação
Elenco de As Filhas de Bernarda


AS FILHAS DE BERNARDA é um trabalho inspirado na última obra de Federico Garcia Lorca, A Casa de Bernarda Alba. Deste dramático universo feminino nasce um espetáculo sensual pungente, provocador. Clarisse Abujamra Pro­duções Artísticas, em parceria com o Estúdio Flamenco Ale Kalaf, apresenta As Filhas de Bernarda, um trabalho em construção.

AS FILHAS DE BERNARDA estreia para curtíssima temporada na sala Paschoal Carlos Magno do Teatro Sérgio Car­doso (Rua Rui Barbosa, 153 - Tel.: 3288-0136, Bela Vista). Como na obra original o espetáculo começa e termina com a morte. As cinco filhas enterram seu pai. Vivem a clausura dos oito anos de luto e buscam desesperadamente a liberdade.

O ESPETÁCULO, em processo de criação, concebido para atrizes/bailarinas flamencas, se desenrola ao som do inebriante taconeado numa linguagem forte, provocando o público a repensar a inquestionável e imprescindível liberdade. Adela, a irmã mais nova, a encontra na morte.

A BELÍSSIMA trilha sonora foi composta por Allan Har­bas, que assina a trilha e toca Guitarra Flamenca, e conta com Lucas Ruedas no Cajon e André Abujamra no Cello e edição. Ivan Abujamra assina a iluminação deste espetáculo de dança com fortíssimo cunho teatral interpretado pelas bailarinas Ale Kalaf, Carol Corrêa, Fernanda Viana, Nina Molinero e Ximena Espejo.

FRAGMENTOS DO TEXTO de Lorca são ouvidos voz em off da atriz e diretora Clarisse Abu­jamra, como Bernarda Alba, além de Tuna Dwek como Mar­tírio, Paula Cohen como Angustias, Dani Galli como Adela, Irene Atienza como Magdalena e Nina Molinero como Amelia.

CLARISSE ABUJAMRA, em seus 51 anos de palco, ocupou com destaque o mundo da dança tendo trabalhado para as mais importantes companhias de dança do país como bailarina professora e coreógrafa. Como atriz trabalhou com os nomes mais importantes do teatro brasileiro como Antunes Filho e Antonio Abujamra. Na TV, presente em novelas e mini series de sucesso como JK, A Presença de Anita, Chiquinha Gonzaga.

NO CINEMA participou de vários filmes entre eles, Como nossos Pais de Lais Bodansky e A Coleção Invisível de Bernar Attal e por estes trabalhos foi homenageada com o Kikito de melhor atriz coadjuvante além de inúmeros prêmios nacionais e internacionais. Dirigiu shows musicais, peças de autores nacionais e internacionais e atualmente assina a direção de Luceros Dança Ferragutti. Como produtora seu último trabalho no teatro foi Cenas de Uma Execução de Howard Baker.

AS FILHAS DE BERNARDA tem apresentações às quartas e quintas-feiras, às 19 horas, até 26 de setembro. Os ingressos custam 60 reais. Espetáculo imperdível.

BABI É UMA BORBOLETA que nasceu sem asas. Certo dia, ela decide ir até o lago com as outras borboletas, mas elas a destratam por causa de sua deficiência. Ao decidir ir até o lago pela terra, ela conhece diversos outros insetos que a ajudam em sua trajetória, como a abelha Abel, o caramujo Magnólio e o vagalume Lamparino, entre outros, cada um com sua particularidade.

O MUSICAL A Borboleta Sem Asas é uma obra de César Ca­velagna, com dramaturgia de Marcos Ferraz, músicas de Mar­cos Okura, Ricardo Bru­nel­li e Vinícius Loyola, direção musical de Vinícius Loyola e direção artística de Paula Flaibann e Bebel Ribeiro. O espetáculo estreia dia 7 de setembro, sábado, às 18 horas, no Teatro Dr. Botica/Shopping Metrô Tatuapé - Praça de Alimentação (Ave­nida Dr. Melo Freire - Tel.: 2251-5775).

A PEÇA, que ganha versão atualizada em 2019, foi criada em 1996 a partir de um desejo de César Cavelagna e Marcos Okura de discutir o assunto da deficiência com os pequenos. O sucesso da abordagem foi tamanho que A Borboleta Sem Asas ganhou duas montagens profissionais para o palco, uma delas da extinta Cia de Teatro Rock, de Ferraz, Okura, Fezu Duarte e Fábio Ock; uma montagem criada por estudantes ao fim de uma oficina de teatro e uma adaptação audiovisual para o programa Teatro Rá-Tim-Bum, da TV Cultura.

A NOVA VERSÃO, com direção assinada por Bebel Ribeiro e Paula Flaibann, aposta na proximidade com as crianças da nova geração. Para isso, algumas adaptações foram feitas, como músicas que flertam mais com o pop e a principal ocupação das borboletas que hostilizam Babi - se na versão original elas eram modelos, agora elas são digital influencers. “É uma versão da Borboleta para os anos 2020”, diz Marcos Okura, que acompanhou o processo de criação da peça como supervisor artístico.

Foto: Caio Gallucci/Divulgação
Cena do musical A Borboleta Sem Asas

O ESPETÁCULO é composto por dez músicas. O diretor musical Vinícius Loyola apostou em diferentes gêneros e referências que alcançam crianças e adultos. Pop, rock, tango, disco e axé integram a trilha sonora. Os figurinos de Juliana Sanches fogem do óbvio na representação dos insetos. “Não quisemos nada muito realista, há apenas alguns elementos do figurino que remetem ao inseto em questão, mas isso só se revela mesmo pela dramaturgia”, contam as diretoras.

O CENÁRIO, também assinado por Juliana, é simples e objetivo. Escadas, guarda-chuvas estilizados como flores e puffs em forma de cogumelos enfeitam o jardim que ambienta a história. As diretoras contam que as adaptações feitas no texto foram anotadas em tempo real para manter a dinamicidade da peça. “Uma piada que funciona hoje pode perder o sentido em pouco tempo, então fazemos atualizações a cada ensaio para que possamos manter a peça atual em todas as sessões e temporadas”, contam.

A BORBOLETA SEM ASAS terá apresentações aos sábados e domingos, às 18 horas, até 22 de setembro. Os ingressos custam 40 reais e 20 reais (meia).

DESPEDINDO-SE da temporada, Cordel do Amor sem Fim tem últimas apresentações no Sesc Santo Amaro (Rua Amador Bueno, 505 - Tel.: 5541-4000). A peça de Cláu­dia Barral, sob a direção de Da­niel Alvim, tem como intérpretes: Helena Ranaldi, Pa­tricia Gasp­par, Débora Gomez, Luciano Gatti e Rogério Romera.

CORDEL DO AMOR SEM FIM tem sua ação na pacata cidade de Carinhanha, sertão baiano, às margens do Rio São Francisco. Lá vivem três irmãs: Madalena, Carminha e a jovem e sonhadora Tereza, por quem o namorado José nutre um sentimento arrebatador e possessivo. No dia em que José vai pedi-la em casamento, um encontro no porto da cidade sela o destino de Tereza: ela se apaixona por Antônio, um viajante que está de passagem pela cidade.

A PARTIR DESTE PONTO, a trama se desenrola em função da espera de Tereza pelo retorno de Antônio. A espera contagia a todos e as personagens passam a viver na expectativa de que algo mude suas vidas.

APARENTEMENTE distante de nossa realidade e mais distante ainda de nossas referências urbanas, as personagens nos conduzem rio adentro. Vezes ingênuas e paradoxalmente grifadas em cores marcantes são completamente identificáveis por cada espectador na alegria de viver, na força da atitude, na paixão, no desejo e na saudade. De tão humanas, essas personagens parecem romper com a distância entre o urbano e o sertão, entre as águas dos rios e o solo das fronteiras do nosso Brasil.

CORDEL DO AMOR SEM FIM tem apresentações sexta-feira, às 21 horas; sábado, às 20 horas e domingo, às 18h30, até 8 de setembro. Os ingressos custam 30 reais, 15 reais (meia: estudante, servidor de escola pública, mais de 60 anos, aposentado e pessoa com deficiência) e 9 reais (credencial plena: trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes). Espetáculo imperdível. 
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