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Cena Livre
 Paschoal XIII
Foto: João Caldas F./Divulgação
Cena de Escola do Rock


BASEADO NO FILME School of Rock, de 2003, escrito por Mike White e estrelado por Jack Black, Escola do Rock O Musical estreia para temporada no Teatro Santander (Avenida Presidente Jus­celi­no Kubitschek, 2.041 - Tel.: 4810-6868). O espetáculo conta a história de Dewey Finn, um cantor e guitarrista na casa dos 30 e poucos anos, que ainda deseja se tornar uma estrela do rock.

DEPOIS DE IDENTIFICAR o talento musical em seus alunos, ao fingir ser um professor substituto em uma prestigiosa e conservadora escola, Dewey forma um grupo do quinto ano, na tentativa de ganhar o próximo concurso: a Batalha das Bandas.

O MAIS NOVO SUCESSO de Andrew Lloyd Webber, o mesmo compositor e produtor de O Fantasma da Ópera, Cats, Jesus Cristo Superstar, entre outros, estreou em dezembro 2015 na Broadway, em 2016 em Londres, em 2017 iniciou turnê nos Esta­dos Unidos e em 2018, subiu aos palcos em Sidney. A produção do Atelier de Cultura, em 2019, é o primeiro licenciamento internacional do título, e a primeira vez que o espetáculo será apresentado em versão para a língua local.

A MONTAGEM NO BRASIL, apresentada pelo Ministério da Cidadania e Comgás, é dirigida por Mariano Detry, responsável pela direção de Chaplin o musical em São Paulo, Antuérpia e Amsterdã. Foi também responsável pela nova montagem de Les Miserábles e Cats na Espanha.

O ESPETÁCULO TRAZ um arrojado projeto de cenografia e figurino, ambos desenvolvidos especialmente para o Brasil pela cenógrafa e figurinista da produção original na Broadway e no West End, Anna Louizos de Nova Iorque, também responsável pelo design das produções de Avenida Q, In The Heights e Rodgers & Hammerstein’s Cinderella. Sua nova cenografia explora a altura da boca de cena do Teatro Santander e cria alturas com cinco elevadores automatizados construídos sob medida para a produção, além de projeções mapeadas que tornam os ambientes empolgantes.

REALIZADA pela produtora Atelier de Cultura, a montagem brasileira apresenta 42 crianças que se revezam durante as seis sessões semanais. Alguns estreantes em suas carreiras, outros gabaritados atores e atrizes mirins, são responsáveis por dar vida à icônica classe de Horace Green.

ESCOLA DO ROCK O MU­SICAL tem apresentações às quintas e sextas, às 20h30, sábados e domingos, às 15 e 18h30. Os ingressos custam de 75 reais a 310 reais. Espetáculo imperdível.

O ÔNIBUS CHEGA, estaciona, dele saem atores e palhaços e começa uma apresentação gratuita. Para ampliar o acesso ao circo-teatro e excursionar por diferentes locais, que nem sempre contam com espaços apropriados para apresentações artísticas, a companhia LaMinima adquiriu um “ônibus palco”. Em outubro, o ônibus percorre uma série de bairros periféricos da cidade de São Paulo, começando por Cidade Tiradentes, no Centro Cultural Arte em Construção, em 4 de outubro, às 15 horas.

A IDEIA é a inclusão de todos, tornando o teatro (e a vida cultural) uma prática cotidiana e inserida na vida da população. Como a intenção é não deixar ninguém de fora, o projeto é voltado para as pessoas presentes no local em que o circo for armado - crianças, jovens, adultos e idosos, ou seja, pessoas de todas as idades.

O ÔNIBUS, fabricado em 1986, foi inteiramente adaptado para se tornar um espaço para as apresentações. As janelas se tornam balcões, o interior do veículo, coxias, e o palco se projeta do interior do ônibus e ganha complemento com a paisagem do entorno, nas praças, coretos, jardins ou terrenos próprios dos lugares onde o ônibus será estacionado. As apresentações são gratuitas e acontecem de 4 de outubro a 6 de novembro em diversas regiões da capital paulista, de Cidade Tiradentes a Horto do Ipê, de Parelheiros a Brasilândia, entre dez espaços selecionados.

Foto: Ricardo Avellar/Divulgação
Elenco do Projeto Palhaços nas Ruas




O PROJETO PALHAÇOS NAS RUAS é um espetáculo de va­riedades. Tem realização da Prefeitura de São Paulo e é uma parceria com a ONG Palhaços sem Fronteiras, instituição internacional presente em 15 paí­ses há mais de 25 anos e que atua no Brasil desde 2016 em regiões instáveis, de acolhimento de refugiados de zonas de conflito, desastres ecológicos ou de vulnerabilidade social.

O FOCO é descentralizar o acesso à cultura, horizontalizando o fomento de novos circuitos, de novos produtores e de novos públicos, levando o teatro e o circo a diferentes populações, que nem sempre conseguem frequentar teatros.

NESTE PRIMEIRO momento, as apresentações se concentrarão em parques e praças administrados pela prefeitura da cidade, mas poderão se estender a outros locais como feiras, coretos, e todos os espaços abertos dispostos a receber o LaMínima. Para mais informações é só acessar: www.palhacossemfronteiras.org.br

ENQUANTO ELA DORMIA, do Teatro da Vertigem, voltou em temporada gratuita na sede do grupo (Rua Treze de Maio, 240, Bela Vista). O espetáculo sob a direção de Eliana Monteiro tem dramaturgia de Carol Pitzer e atuação de Lucienne Guedes.

A PEÇA, que estreou em julho de 2017, é uma produção original do Sesi-SP e o texto, Enquanto Ela Dormia, nasceu de um de seus programas, o Núcleo de Dra­maturgia, voltado para novos dramaturgos e coordenado por Marici Salomão. Em 2018, a montagem foi indicada na categoria Cenografia no Prêmio Shell e fez, desde então, inúmeras apresentações por diversos bairros da capital paulista.

CONTEMPLADA na 9ª edição do Prêmio Zé Renato, a peça faz parte da programação do projeto Teatros em Movimento, que prevê a circulação de companhias teatrais, seus trabalhos e processos criativos pelas sedes de outros grupos, em diferentes bairros da capital paulista. Desta forma, o intercâmbio se dá em mão dupla: assim como o Enquanto Ela Dormia vai para os bairros, a Bela Vista recebe, em 2020, o Grupo Pandora de Teatro, de Perus, com Comum, e o Núcleo Tumulto, da Vila Guilherme, com Pepe, o Hipopótamo.

ENQUANTO ELA DORMIA. A partir de uma pesquisa sobre a violência contra a mulher e as relações de poder entre os gêneros, o processo de criação da peça Enquanto Ela Dormia foi norteado por visitas às delegacias e pelas escutas de depoimentos de vítimas. O monólogo parte de uma linha cronológica das dores do feminino, como, por exemplo, os pés de lótus das mulheres chinesas e a expulsão da deusa Lilith do Paraíso.

O ESPETÁCULO é inspirado na primeira versão de A Bela Adormecida, de 1648, e coloca em cena a personagem Dora, uma professora de literatura, que presencia uma cena de abuso em um ônibus e sofre ao relembrar os traumas de infância. Para a diretora, “o espetáculo é um mergulho na geografia da dor das mulheres e uma provocação ao que está acontecendo na nossa sociedade”.

O ARGUMENTO do texto nasceu do relato de uma amiga à dramaturga, que começou então a observar os abusos diários vividos pelas mulheres e a se questionar sobre os mecanismos usados para minimizar, esconder, disfarçar, apagar essas violências. “Percebi que não só a sociedade nos cala, mas que nosso próprio corpo apaga certas lembranças dolorosas como forma de nos manter vivas”, conta Carol.

ENQUANTO ELA DORMIA tem apresentações às sextas e sábados, às 21 horas e domingos, às 19 horas, até 24 de novembro; não haverá espetáculo nos dias 18, 19 e 20 de outubro. Ingressos grátis. Espetáculo imperdível. 
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