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O que foi notícia na semana
 
Com a chegada do fim do ano, a busca por vagas temporárias pode ser uma ótima oportunidade para quem busca uma renda extra, recolocação no mercado de trabalho ou a chance de arrumar o primeiro emprego. Para os lojistas, o número de vagas temporárias deve crescer 7%, principalmente para as duas principais datas deste período: Black Friday e o Natal. Os dados são da pesquisa realizada pela FCDLESP (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo). De acordo com a entidade, os setores que mais devem contratar são vestuário, como: loja de roupas, sapatos e acessórios, além de eletrônicos, restaurantes e cosméticos.

Foto: Divulgação

Na manhã da última segunda-feira (4), o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), fez uma tomografia que mostrou melhora no tromboembolismo pulmonar. Porém, novos exames detectaram um pequeno trombo (coágulo) no átrio direito, junto ao cateter venoso central por onde foi injetada a quimioterapia, perto do coração. Após o surgimento do novo coágulo, os médicos decidiram manter a internação para adequar a medicação.

 Os brasileiros poderão perceber a conta de luz mais cara a partir de 2020. O reajuste previsto tem uma média de 2,42%, segundo consulta pública aberta realizada na última semana pela Agência Nacional de Energia Elétrica, a Aneel. O aumento será sobre o orçamento para a Conta de Desenvolvimento Energético, a CDE, que é um dos subsídios pagos pelos consumidores de energia. O valor total do orçamento previsto para 2020 ficou em R$ 22,4 bilhões, montante 11% maior que 2019, quando o orçamento ficou em R$ 20,2 bilhões. Desta quantia, a parte paga pelos consumidores teve um aumento de 27% e deve passar de R$ 16,2 bilhões para R$ 20,6 bilhões.

Na última quarta-feira (6), foi divulgado um estudo pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a situação de extrema pobreza e dos índices de desigualdade. No ano de 2018 cerca de 13,5 milhões era o número de brasileiros vivendo abaixo da linha da extrema pobreza - 4,5 milhões a mais que em 2014, quando o país vivia sob os patamares mais baixos de desemprego.

 
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