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Cena Livre
 Paschoal XIII
Foto: Divulgação
Cena de A Cor Púrpura


VENCEDOR DOS PRÊMIOS PULITZER, Grammy, Tony e com 11 indicações ao Oscar, A Cor Púrpura ganha versão musical inédita no Brasil e chega aos palcos paulistas após temporada no Rio de Janeiro, com direção de Tadeu Aguiar e versão brasileira de Artur Xexéo. O espetáculo estreia no Theatro Net SP/Shopping Vila Olím­pia (Rua Olimpíadas, 360 - Tel.: 4003-1212). A superpro­dução reúne 17 atores, 8 mú­sicos, 90 figurinos, um palco giratório de 6 metros de diâmetro e uma escada curva com sistema de travelling em volta do cenário.

A HISTÓRIA É UNI­VER­SAL: fala do ser humano, em especial das mulheres. É imediata a identificação com o momento do país, onde há tantas histórias de opressão às mulheres. A Cor Púrpura é um grande grito de liberdade”, explica o diretor e idealizador Tadeu Aguiar, responsável também pela encenação de Bibi, uma vida em musical e Quase Normal.

ALICE WALKER foi a primeira escritora negra a ganhar o Pulitzer pelo seu livro A Cor Púrpura, que continua contemporâneo ao retratar relações humanas, de amor, poder, ódio, em um mundo pontuado por estruturais diferenças econômicas, sociais, étnicas e de gênero.

A COR PÚRPURA foi lançado em 1982. Com direção de Steven Spielberg, a obra foi adaptada para o cinema em 1985, recebendo 11 indicações ao Oscar. A transposição para musical ocorreu em 2005, na Broadway. Em 2016, houve uma nova montagem, rendendo à produção 2 prêmios Tony e o Grammy de Melhor Álbum de Teatro Musical.

QUANDO ESTAVA em pré-produção de Love Story, há 4 anos, um amigo me ligou e perguntou se tinha personagem para ator negro. Ator é ator, negro, branco, japonês, gordo… Encenei a peça somente com atores negros. Comprei os direitos de A Cor Púrpura - O Musical em 2018, quando procurava mais uma vez, algo que me provocasse como artista. Nos dias de hoje, acho importante falar sobre uma mulher que vence; sobre amor; representatividade negra e feminina. A peça tem muito humor e é emotiva. É um texto de emoção”, detalha o diretor Tadeu Aguiar, que já anuncia seus próximos espetáculos: Quando Eu For Mãe Quero Amar Desse Jeito e Os Rapazes da Banda, que versa sobre o universo gay.

A DIREÇÃO MUSICAL é de Tony Lucchesi. São 32 números musicais, contando com as vinhetas. “Tem uma parte do espetáculo que é ambientada na África. Para esse momento, abri as vozes, trabalhei com polifonia, com outros sons, uma música por trás da cena”, revela Tony.

A COR PÚRPURA, com texto de Marsha Nornan, tem apresentações às sextas, às 20h30; aos sábados, às 18 e 21h30 e domingos, às 19 horas. Em janeiro e fevereiro, às sextas, às 20h30; aos sábados, às 17 e 21 horas e domingos, às 19 horas. No recesso de fim de ano, não haverá apresentações nos dias: 27, 28 e 29 de dezembro. Os ingressos custam 220 reais (plateia), 170 reais (balcão nobre) e 75 reais (balcão). Espetáculo imperdível.

A CENA LIVRE deseja ao público leitor, espectador, artistas e amigos um Feliz Ano Novo! Viva 2020!
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