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Editorial
 
A inauguração do Hospital Municipal da Brasilândia foi anunciada pelo prefeito Bruno Covas no último dia 28, em visita ao local junto com o Secretário Municipal da Saúde, Edson Aparecido. Essa data confirma a perspectiva anunciada no final do ano passado, porém a urgência em aumentar o número de leitos para pacientes com covid-19 direcionou a primeira fase de funcionamento do hospital.

Em sua capacidade total, o Hospital Municipal da Brasilândia terá 305 leitos e funcionará como hospital geral e maternidade. Trata-se de uma demanda de décadas na região, ainda muito carente em equipamentos de Saúde Pública. Na Zona Norte, temos o Hospital e Maternidade Vila Nova Cachoeirinha, Hospital Geral de Vila Penteado, Hospital Municipal Vereador José Storopoli (conhecido como “Vermelhinho”), Hospital São Luiz Gonzaga, Hospital Geral de Taipas, além do Complexo Hospitalar do Mandaqui, que há meses está com o pronto-socorro fechado.

Todas essas unidades são distantes da região de Brasilândia, que é um dos bairros mais populosos da cidade. O desafio agora é garantir que esse hospital, possa entrar em funcionamento com toda sua capacidade o mais breve possível, principalmente diante da pandemia que enfrentamos no momento.

Na próxima semana, a Prefeitura deve entregar o Hospital de Campanha no Anhembi, que irá acrescentar mais 1.800 leitos voltados para o atendimento de pacientes com covid-19. Importante destacar que essas unidades funcionarão como apoio e, receberão pacientes encaminhados das Unidades Básicas de Saúde ou outros hospitais. Nesse caso, a orientação é de que as pessoas não procurem essas unidades diretamente, mas a UBS mais próxima de sua residência.

Nesta edição, destacamos ainda, as obras em andamento na Avenida Cel.Sezefredo Fagundes, altura do número 5.990. No local, um grave solapamento ocorrido durante as fortes chuvas de fevereiro, danificou quase metade da pista, impedindo a passagem de ônibus ou caminhões. Desde então, as linhas de ônibus que atendem os bairros próximos, fazem caminhos alternativos em direção à Santana e Tucuruvi. Em caráter emergencial, as obras seguem com previsão de término em seis meses devido sua complexidade.

Em nossa primeira página, lembramos a história do jornalista Ary Silva, fundador da A Gazeta da Zona Norte, falecido em 6 de abril de 2001. Importante nome do jornalismo esportivo, Ary Silva foi vereador pela cidade de São Paulo, no período de 1956 a 1966 e, posteriormente deputado estadual, atuando diretamente para trazer importantes obras para o desenvolvimento local. Em sua homenagem temos, atualmente seu nome incluso na denominação da Ponte Cruzeiro do Sul - Jornalista Ary Silva, sendo essa a mais emblemática obra de seu trabalho em prol da cidade, especialmente da Zona Norte.

Como sempre foi seu desejo, A Gazeta da Zona Norte permaneceu prestando serviço para a comunidade, preservando sua linha editorial independente e ética. Diante das restrições necessárias, devido ao enfrentamento à pandemia do covid-19 em todo o mundo, mantemos nossa edição on-line nesse período, esperando poder normalizar nossas edições impressas o mais breve possível.

Desejamos a todos um ótimo fim de semana, boa leitura, na certeza de reencontrá-los, com saúde e paz na próxima semana! 
 
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