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Editorial
 
A retomada das aulas presenciais nas redes públicas e particulares em todo o Estado de São Paulo foi anunciada na última quarta-feira (24), pelo governador João Doria. De acordo com o plano apresentado, os alunos voltam gradualmente para os bancos escolares a partir de 8 de setembro, seguindo rígidos protocolos de limpeza dos estabelecimentos de ensino, distanciamento entre as carteiras, rodízio de alunos, assim como diferentes horários de entrada, saída e recreio entre as turmas.

Os protocolos valem para todos os graus de ensino e todas as instituições (públicas e particulares) que tem a autonomia para administrar as particularidades de seu funcionamento. Essa medida vem em resposta a uma intensa demanda da sociedade, uma vez que a Educação foi um dos primeiros setores a encerrar atividades presenciais e só terá condições de retomar num momento de maior controle da pandemia.

Apesar de toda a expectativa de pais, alunos e professores para o retorno às escolas, é preciso entender que se trata de uma etapa de um planejamento geral. Caso tenhamos necessidade de retroceder em alguma medida da reabertura, a previsão de retomada das aulas também é sujeita a alterações. O ensino à distância foi a única alternativa de dar sequência ao ano letivo, porém é necessário ponderar a dificuldade que grande parcela dos estudantes tem enfrentado sem acesso à internet ou computadores.

Mais uma vez, estamos diante de uma das mais profundas injustiças sociais escancaradas pela pandemia. Os estudantes com boas condições de estudar em casa seguem seus planos, em detrimento daqueles que necessitam exclusivamente das salas de aula. Essa é umas da discussões mais importantes em todo o País entre as consequências da pandemia. Até a próxima terça-feira (30), estudantes podem votar e escolher a data de realização do Enem e se será em forma de prova impressa ou digital. A mais próxima opção propõe a prova em dezembro deste ano enquanto há também a possibilidade da avaliação ser postergada para maio de 2021. Que a medida mais justa seja eleita em prol dos estudantes e da oferta de oportunidade para todos.

Outro destaque desta edição é o desenvolvimento das obras de recuperação do trecho da Avenida Cel. Sezefredo Fagundes, gravemente danificado após as fortes chuvas de fevereiro deste ano. Além do ponto específico do desmoronamento, há outros dois pontos com obras visando evitar novos acidentes no futuro.

A Gazeta da Zona Norte acompanha de perto essa obra e espera em breve noticiar a sua conclusão, prevista para setembro deste ano.

Essas e outras notícias estão neste número de AGZN, que gradualmente retoma desde a edição anterior sua versão impressa e mantêm regularmente sua versão on-line. Uma boa leitura à todos, ótimo final de semana e até nossa próxima edição! 
 
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