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O que foi notícia na semana
 
Na última segunda-feira (1º), o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse em uma postagem nas redes sociais, que assinou um decreto para reconhecer as atividades religiosas no Estado como serviço essencial. Em vídeo, Doria exibe o documento publicado no Diário Oficial na última terça (2). O decreto regulamenta o que já estava previsto do Plano SP, que permitia a realização de missas e cultos seguindo regras sanitárias e de distanciamento social na Fase Vermelha, a mais restritiva da proposta.

De acordo com os números projetados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), entre agosto de 2020 e fevereiro de 2021, cerca de 17,7 milhões de pessoas voltaram à pobreza. Em agosto, a população pobre era cerca de 9,5 milhões: 4,52% do total de brasileiros, 210 milhões. Em fevereiro, passou para 27,2 milhões: 12,83%. Antes da pandemia, em 2019, os dados consolidados apontavam para uma porcentagem de 10,97% dos brasileiros na extrema pobreza, isto é, ganhando menos que R$ 246 por pessoa.

Na última quarta-feira (3), o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil recuou 4,1% em 2020, R$ 7,4 trilhões de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na contramão dos demais setores, no entanto, a agropecuária cresceu 2%. Essa foi a maior contração desde o início da série histórica atual do IBGE, iniciada em 1996, superando a queda de 3,5% registrada em 2015. 

Foto:  Reprodução/ Correio Brasiliense
Na última quarta-feira (3), depois do Brasil registrar um novo recorde de mortes diárias pela Covid-19, o presidente Jair Bolsonaro falou a apoiadores sobre a pandemia. “Criaram pânico, né? O problema está aí, lamentamos. Mas você não pode entrar em pânico. Que nem a política, de novo, do ‘fique em casa’. O pes­soal vai morrer de fome, de depressão?” O presidente voltou a criticar a imprensa. De acordo com ele, “para a mídia, o vírus sou eu.” Na última terça-feira (2), o País registrou cerca de 1.726 mortes pela Covid-19, segundo o levantamento do consórcio de veículos de imprensa. O número é recorde desde o início da pandemia. 

Na última quarta-feira (3), houve panelaço contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), em algumas capitais do Brasil, moradores de São Paulo, do Rio e de outras quatro capitais protestaram, aos gritos de “Fora, genocida” e “Fora, Bolsonaro”, os moradores protestaram em suas janelas. No bairro dos Jardins, em São Paulo, foi possível ouvir também fogos de artifício. Houve também atos no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte, em Recife, em Salvador e em Porto Alegre.
 
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