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Editorial
 
Nas primeiras semanas da retomada das atividades econômicas no Estado de São Paulo, são anunciadas medidas e orientações. Diante da ligeira redução nos índices de novos casos de Covid-19, internações e óbitos, além da manutenção da média de ocupação dos leitos de UTI na casa de 80%, o governo estadual segue liberando as atividades econômicas, de acordo com os protocolos de segurança e horários pré-estabelecidos.

Essa difícil equação entre o combate à pandemia e a manutenção das atividades econômicas tem na vacinação a sua principal esperança. Atualmente, o Brasil aparece entre os primeiros países em número absoluto da vacinação (mais de 26 milhões de pessoas já imunizadas em todo o País com ao menos uma dose). Porém, diante da nossa população, esse percentual fica em torno de 12% o que ainda é muito pouco e sem previsão exata de quando toda a população terá a chance de se imunizar.

O fato é que, a retomada da economia depende da vacinação em massa. Até lá, seguimos oscilando entre períodos de maior ou menor relaxamento das regras da quarentena e sempre com a recomendação de seguir à risca as medidas sanitárias de higiene, uso de máscaras faciais e distanciamento social.

Infelizmente, o que continuamos a ver constantemente é um relaxamento muitas vezes excessivo por grande parcela da população. O cansaço diante da pandemia é inevitável, mas ainda estamos longe de poder relaxar. Com o retorno do setor de serviços, o que inclui restaurantes e similares, voltamos a ver em todos os lugares as aglomerações e também o constante relaxamento do uso de máscaras. 

Caso as medidas recomendadas para o retorno gradual das atividades não sejam seguidas, novos períodos restritivos devem se fazer necessários. Nesse momento, é preciso ter consciência e responsabilidade. Os números mostram uma tendência de queda, mas a pandemia continua fazendo vítimas em níveis alarmantes. E ainda, temos um longo caminho para que a imunização seja alcançada!

No Estado de São Paulo, foi anunciada na última semana, o início da produção da ButanVac, vacina que não dependerá de insumos do mercado internacional. Desenvolvida e produzida pelo Instituto Butantan, essa é uma nova esperança para que o Brasil possa sair da crise sanitária e econômica e tornar-se independente para ampliar a vacinação em grande escala. 

Agora, todo esse processo que depende da aprovação da Anvisa, da produção e distribuição precisa ganhar celeridade para que possamos ter um avanço real nesse grande desafio! Sigamos em frente, com fé, esperança e principalmente muita responsabilidade. Redobrar os cuidados é fundamental nesse momento!

Essas e outras informações regionais estão neste número de A Gazeta da Zona Norte! Uma boa semana a todos, ótimo final de semana e até a próxima edição!
 
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