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| O que foi notícia na semana |
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que estabelece as regras para a realização da Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil. O texto define compromissos do país com a Fifa, incluindo vistos, segurança, direitos de transmissão, marketing e venda de ingressos. A legislação também prevê o pagamento de R$ 500 mil para cada jogadora que representou o Brasil nas competições de 1988 e 1991, em reconhecimento ao pioneirismo no Futebol Feminino. A competição será realizada entre 24 de junho e 25 de julho de 2027 em oito cidades brasileiras, com expectativa de receber mais de 3 milhões de torcedores.
Uma falha operacional suspendeu, temporariamente pousos e decolagens nos aeroportos de Congonhas e Guarulhos na manhã desta terça-feira (2). Segundo o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), o problema foi causado por uma questão técnica externa. As operações já foram normalizadas e, de acordo com a Força Aérea Brasileira, todas as medidas de segurança exigidas foram adotadas. Há cerca de dois meses, uma falha semelhante afetou aeroportos em todo o Estado de São Paulo, por aproximadamente uma hora.
Os Estados Unidos anunciaram que podem aplicar uma tarifa extra de 25% sobre produtos brasileiros, a partir de 15 de julho de 2026. A medida foi proposta após uma investigação que apontou práticas consideradas prejudiciais ao comércio americano. Entre os temas analisados estão comércio digital, Pix, propriedade intelectual, etanol e desmatamento ilegal. O governo dos EUA abriu consulta pública e fará uma audiência antes da decisão final. As negociações com o Brasil continuam até julho. Alguns produtos foram excluídos da possível taxação, como: carne bovina, café, terras raras e aeronaves. Também ficaram de fora itens considerados estratégicos para a economia americana. O governo dos EUA afirma que ainda busca uma solução negociada com o Brasil.
A Petrobras anunciou que vai aderir ao programa do governo federal que concede subsídio de R$ 1,12 por litro de óleo diesel comercializado por produtores e importadores no país. A decisão foi aprovada pelo Conselho de Administração da companhia e passou a valer, desde a última terça-feira (2), junto com o ajuste nos preços de venda do combustível. Segundo a estatal, a adesão é facultativa, traz benefícios para a empresa e não compromete sua estratégia comercial. |
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